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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Só me ocorre isto de momento:


ARRE! Limpar a casa dá muito mais trabalho do que eu pensava!

[É nestas alturas que damos valor a uma mãe]

domingo, 7 de junho de 2009

(In)Diferença

*

Europeias 2009. Eu que nem gosto de políticas e todas as suas retóricas, deparo-me a reflectir sobre este tema.

Hoje fui votar. O meu primeiro voto. E acho que todos deviam ter feito o mesmo. Não existissem votações e viveríamos uma monarquia ou até mesmo uma ditadura. Não existissem votações e o Zé Povinho reclamaria pelas mesmas. Não existissem votações e não passaríamos de fantoches manipulados por umas figuras quaisquer. Não quero com isto dizer que nos deveríamos sujeitar a um leque de falsas promessas e esperanças nomeadas por siglas de todos os tamanhos e gostos. Não. Apenas choca-me o facto de, na maior parte das vezes, as mesmas pessoas que todos os dias abrem a boca para expelirem críticas (na maior parte destrutivas - eu também as faço) ao andamento das coisas calam-se hoje por descrença ou até mesmo desleixo. Abstenção não é manifestar o descontentamento. Abstenção nem sequer é dizer que o Messias ainda não chegou à terra. Abstenção, a meu ver (e desculpem se ofendo alguém), é cobardia.

Mesmo assim, e não me tendo arrependido de votar em quem votei, deparo-me a pensar até que ponto é infalível uma democracia. Numa política maioritariamente de mentiras e segundas intenções exposta com muita falta de clareza e transparência, como poderemos ver ou não o que está certo? Neste jogo da cabra cega feito de ilusões e falsas experiências como poderemos ter a certeza que estaremos a acreditar na pessoa certa? E se alguém quisesse acabar com a o mundo e ganhasse com a maioria absoluta? Até que ponto é que a lei seria capaz de aceitar malabarismos e as manipulações obscuras? Já agora, como será possível acreditar na lei se são eles que a fazem?

Fala um leigo nesta matéria. Quando era mais pequeno odiava quando os desenhos animados eram interrompidos pelo tempo de antena dos partidos na televisão. E a partir daí nunca olhei a política com os mesmos olhos. Porém, a mesma ingenuidade de miúdo acredita que um mundo melhor é possível e que cada um de nós pode fazer a diferença. Eu quero avançar, a pergunta é:

Para onde?

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*- Porque é que na pesquisa de imagens de Portugal só me aparece futebol?

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Também não era assim tão depressa!


O meu último pedido/desabafo aqui no blog foi tão levado a sério que o computador rápido até que voltou rápido! O problema é que o computador rápido estava com amnésias periódicas quando foi para a casa de correcção e voltou de lá não só com as mesmas amnésias como também, como bónus, uma qualquer patologia matinal.

Tão depressa o vi como o deixei de ver.

O que vale é que há irmãs fixes que emprestam o seu computador rápido, poupando-me assim às teimosias do computador leeeento.


Será que os senhores da casa de correcção andam a ler os meus posts? (Se sim, a ideia é que o computador volte curado!)

segunda-feira, 2 de março de 2009

Escândalo!

A única mensagem que tinha durante este tempo todo no meu hi5 era a de uma rapariga a pedir para comentar as suas novas fotos.

E depois eu é que preciso de tirar férias disto.